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Embriagando Me:

sábado, 10 de agosto de 2013.

Com uma garrafa de catuaba quase vazia ao lado do teclado (eu sei, bebi sozinho sem dividir com ninguém), com os sentimentos alterados e o coração... sei lá se tenho um coração! Eu estou aqui, cheio de vontade de dizer o que amanhã não terei mais vontade de dizer, porque amanhã estarei sóbrio e acharei ridículo esse registro do que agora se passa em minha cabeça.

*** Combinamos, tudo bem, fingir que estamos brigados, que odiamos um ao outro e que não temos mais amizade. Combinamos separação, ódio voluntário, negação de tudo o que aconteceu entre nós... Mas para qual finalidade?


A situação que aceitei foi pela minha sinceridade de respeitar a tormenta que você se envolveria se desse um passo contra o que é normal ou por que essa desculpa era tudo o que você precisava para se ver longe de mim?
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Agradecimentos:

quinta-feira, 22 de novembro de 2012.
... Hoje, só tenho a agradecer... Com muito amor, carinho e fodam-se todos vocês ...


Valeu família, por não me deixar ter um namorado e trazê-lo aqui em casa. Eu agradeço de coração por esse amor incondicional que vocês têm por mim, me aceitando como sou desde que seja da porta para fora.
Obrigado por me explicar que é errado fazer isso em casa, que tenho irmãos menores e devo respeito a eles. Quebrar a porta do meu quarto, me negar privacidade, expulsar meus amigos, não me deixar assistir a certos filmes, fingir que está tudo bem para evitar brigas. É isso mesmo, vocês estão certos e eu sei que vocês fazem o que é melhor para mim.
E é melhor mesmo, ter que viver nas sombras daquilo que vocês não permitem. Transando em casas abandonadas, construções e matagais. Na imundície, na sujeira, sem proteção, com pessoas que também são vítimas da intolerância, que como eu também não tem outra saída.
Esse é o nosso mundo, aquele onde o amor deve temer um beijo. Limitado a baladas e motéis, condenado ao público, vergonhoso muitas vezes até para nós mesmos. O mundo que não segue a tradição, nem a moral que vocês criaram. Que é usado para a comédia na televisão e a manchete no jornal - homossexual morre, vítima de preconceito.
E agradeço também a aquele que um dia escreveu num livro que “o homem foi feito para a mulher”. Aqueles que têm a missão de preservar a família feita de pai, mãe e filhos. Que já nos trataram como doentes e nos atribuíram a certas doenças. Aos que fizeram as regras, importaram a moral, falocentrisaram o mundo á reprodução e deixaram o machismo no centro do universo.
Agradeço a todos os que pensam que homens como eu não são homens de verdade, aos que afirmam seu gênero no contato com uma vagina. Aos celibatos que escondem a ausência do desejo pelo feminino na ignorância de uma batina.
Aos soldados, policiais e políticos. Homens de verdade que protegem o mundo, tornando-o “pacífico” como hoje se encontra.
Tenho muito a agradecer, não por concordar, mas reconhecer que todos os obstáculos que vocês deixaram no meu caminho me ajudaram a ter coragem, enfrentar a contrariedade e viver com liberdade. Porque são pessoas como vocês que estão criando os revolucionários, os que um dia ainda irão lhes derrubar, acabar com a pouca vergonha e tomar o espaço que vocês julgam ser apenas de vocês.
Na roda gigante dessa vida hoje eu agradeço e me preparo. Porque não espero que ela gire, mas sei que os que estão em cima ainda irão cair. Estou pronto para perdoar a minha família e a todos que mencionei, pois sei que não é culpa deles não saber viver.
Eu aprendi, com muita dor e sofrimento. Então agora é a sua vez de sentir na pele para se sentir humano depois. Eu agradeço... Mas não pensem que foi certo tudo o que vocês me fizeram. As coisas mudam e amanhã, quando o sol estiver nascendo para mim, as sombras taparão a luz de todos vocês e assim cada um entenderá o sentido desse meu obrigado.
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Um Começo Antigo:

Depois de muito tempo, minha mente pervertida resolveu se aventurar, em novas revelações.


Se o caso terminou ou se ainda está rolando eu não sei, mas sei que já passou tempo o suficiente e agora eu posso contar. E relaxa porque não vou citar nomes.

Sabe quando você está super chateado e aceita ir a uma festa com um cara que ao menos te atrai só para não ter que continuar babando no sofá, ouvindo músicas tristes e se afogando na depressão?

Foi assim que conheci o bebezão (vou usar este nome porque somente ele sabe que eu o chamo assim e você não vai ter nenhuma idéia de quem seja).

A cerveja já tinha mandado a tristeza embora quando ele apareceu. Morenamente me olhando de uma forma discreta (que interpretei como provocadora) e fazendo meu gaydar quase explodir.

O mané do Marcelo, que é passivo até a morte, mesmo me beijando do jeitinho que eu gosto não estava me fazendo sentir bem acompanhado, se é que me entendem. Toda minha atenção, concentração, admiração, tesão e tudo em mim que termina com ão estava na onda daquele cara lindo que chegou no fim da festa para me enlouquecer de desejo.

Mas eu precisava de um motivo, um indício se quer, um pontinho mínimo de entrega para poder dar meus pulos (e me jogar naquela boca) ... Mas o cara se fazia de difícil. Oferecia cerveja, ele não aceitava. Tentava puxar assunto, ele me respondia em frases curtas. Tudo o que eu tentava, o que minha timidez permitia para me aproximar se encontrava com o fracasso.

Até que a festa foi chegando ao fim, as pessoas foram indo embora, a limpeza pedindo para ser feita, domingão movimentado nos aguardando lá fora, bem... Eu pensei que não ia conseguir até que ele teve a brilhante idéia de (você não vai saber, e foda-se) ...

- Marcelo, mande esse cara me seguir – fui andando rumo aos fundos do terreno enquanto ele vinha logo atrás de mim.

Ual! Enfim nos conhecemos do jeito que eu queria. Apertado contra a parede comecei a permitir que aquele garoto me dominasse por completo, mas não. Naquela noite só meu coração ficou dominado e é claro, minha boca pedindo mais daquele beijo que eu costumo chamar de lento e sensual.

Gostaram? Então aguardem pois mais histórias virão!


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Não! De Novo Não:

quinta-feira, 1 de março de 2012.
     
      Aconteceu numa terça feira de carnaval, depois da meia noite... Quando já era quaresma, o diabo apareceu... (lindo e gostoso como sempre)
Eu dançava já embriagado, cansado pelos quatro dias anteriores... Como um pirata, bebendo rum, vodka, whisky, o que pudesse encher um copo.
Senti algo tapando meus olhos, mãos frias, quase geladas, me deixaram sem visão para que eu entendesse a brincadeira. Alguém queria fazer uma surpresa.
      - Não, sei – tentei me remexer – me segurou com mais força.
      - Quase sei – tudo bem – me apertou com o outro braço, lançando-me um abraço.
      - Não sei droga! – me lambeu o pescoço. 
      - Cowboy – me virei e olhei para ele, e era mesmo... Como eu poderia me enganar?
Vestido com uma calça jeans, camiseta social aberta, mostrando os peitos e o abdômen sarado, de chapéu de rodeio na cabeça... Ele me encarava sorrindo, esperando uma reação.
[meus amigos já me olhavam com curiosidade, principalmente a dona Brunna Araújo]
Durante dez segundos não sabia o que dizer, fiquei apenas a encarar o homem que já partira meu coração, que me trocara por uma mulher, que partira sem me dar explicações (e que o caralho a quatro - é só ler as outras postagens do marcador cowboy)
O sorriso do desgraçado ainda estava no rosto? Merda! Ele está mesmo afim de conversar comigo... Todo safadinho me lambendo no meio da multidão, fantasiado de ... cowboy?
      - Você está vendo ele Brunna? – perguntei a loirinha que estava do meu lado.
      - Claro né, seu idiota!
      - O que você faz aqui cara? – disse a ele enfim, me convencendo de que aquilo não era uma alucinação.
      - Eu deveria começar lhe pedindo desculpas por algumas coisinhas não é?
      - Sim, mas tudo bem... Pode falar de uma vez.
      - Eu vim a sua procura... Peguei a moto e vim rezando para te encontrar.
[meu coração gelou, depois bateu acelerado, e fez tátátá tá balançando o chão da praça - junto com a música da Ivete que tocava]
      - Agora? Depois de... (não consegui falar)
      - Eu sei do que você está falando, mas não pode esquecer isso?
      - Tudo bem o que você quer?
      - Você - todinho!
[filho da puta]
      - E o que te faz pensar que agora serei teu?
      - É carnaval!
Minha reação foi segurar em seus braços e o puxar para longe do barulho das imensas caixas de som. Deixei a galera e o levei  até a arquibancada, onde a poluição sonora era menor.
      - Você só pode estar de brincadeira comigo... Me diz, o que você bebeu?
      - Nada... Bem, só umas cervejinhas, mas isso não atrapalha né?
      - Com umas cervejinhas você sai por aí, todo todo, lambendo as pessoas e estampando o quão veado você é? É isso...
      - Não, é que eu senti sua falta mesmo. Não agüentava mais ficar com a (nome) pensando em você. Foi uma burrice da minha parte ter te deixado para ficar com ela. Não é isso que eu quero, eu quero ser como sou, gostar de você e ficar do seu lado.
      - E você pensa que depois de tudo vai conseguir agora, assim? Você acha que é só invadir a minha cidade, me dar um abraço, uma lambida e boom, eu cairia nos teus braços?
[a animação desapareceu do rosto dele]
      - Mas, poxa Gabriel, não seja cruel, me dê uma chance. Eu estava confuso antes, mas agora sei o que quero, muito bem!
      - Cara, escuta! [fiquei nervoso com tamanha insistência] confusão é coisa de menininho de 15 a 17 anos e você já tem quase 20! Tem porra o suficiente para assumir o que gosta, o que quer. Você deveria ter sido homem antes, mas você não fez isso. Ao invés de me amar você só gosou na minha bunda. Então me deixe em paz tah ok? Eu-não-quero-mais-ficar-com- você, acabou, eu já superei isso e eu não te quero mais.
      Depois das minhas palavras finais saí andando para me encontrar com meus amigos novamente. Ele se levantou, segurou nos meus ombros, me virou e tentou me beijar...
Agora todos sabem o verdadeiro motivo de naquela noite eu ter voltado para casa com a mão ensaguentada... [dentes duros os dele ein?]

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Que a Verdade Seja Dita:

terça-feira, 17 de janeiro de 2012.
      Cansei... De continuar com estes preconceitos comigo mesmo. De fingir que a vida é um segredo onde uma arma está apontada para a minha cabeça. De pensar duas vezes antes de me entregar. De negar as minhas vontades a mim mesmo por puro orgulho ou vaidade.


     Cansei de tentar ser aquele garotinho perfeito que tenta agradar a todo mundo incondicionalmente, de pensar que não sou homem por ser do jeito que sou. Muito pelo contrário, sou homem sim e agora vou valorizar aquela coragem de assumir o que muitos tem medo até mesmo de pensar.
      Eu sou mais eu, confio no meu taco e não sou do tipo que corre atrás de ninguém. Se alguém me ama, que venha ao meu encontro, não vou continuar atendendo as necessidades estúpidas do coração, nem ficar imaginando em qual posição ficaria se fizesse isso ou aquilo, daquele jeito ou de outro.
      Eu quero mais é abraçar a vida agora! Que mal haveria em fazer o que gosto? Que crime estou cometendo por estar apaixonado? Eu preciso mesmo me importar com aqueles que me amam e não posso corresponder?
      Muita gente já me fez chorar, muitos romances terminarem em tragédia, muitos filhos da puta já destroçaram meu coração... Mas no ponto em que agora estou, não vale a pena me prender a cicatrizes do passado.
      Então que fique bem claro... Se por algum motivo me escondi nesse casulo que agora estou abandonando, é porque fui um covarde, comigo mesmo e com todos ao meu redor.
      Ninguém influencia ninguém, cada um faz o que quer, existem consequências mas o medo delas não pode me parar. Então chega de ser aquele garotinho inseguro que pensa mais nas barreiras do que nas vitórias. Chega de ser aquele bosta que se preocupa com a posição em que se encontra, pensando, talvez, no grau de masculinidade que ela representa.
      Dane-se tudo afinal! Vou olhar para ele e dizer - me come!
Sem medo do que possa acontecer depois...
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Maldita Caixa da Verdade:

      A caixa da verdade é um aplicativo do orkut (quer saber mais pesquise no google) que me surpreende! Nela faço todo tipo de teste com as pessoas. Não que eu a considere uma jaula de ratinhos cobaias prontos para dar a vida por minhas experiências, mas... O fato de ser anônimo, de não saberem que sou eu ali, fazendo perguntas, me dá uma grande vantagem.
      Na última enquete que fiz por lá, queria saber como os caras reagiriam a uma cantada feita por outro cara. Elaborei duas perguntas (uma normalzinha e outra mais picante) e mandei para tudo quanto é homem que eu encontrei pela frente. Agora vejam  as respostas (na imagem):


      Porra, mas o que é isso? A primeira coisa que se percebe é o grau de analfabetismo desses bossais (no mínimo não passaram da quinta série)... Depois vem a insinuação de violência e por fim o que mais me intriga - essa demonstração de medo e ódio diante de uma pergunta que poderiam receber de qualquer um.
      Eu me pergunto agora, porque? Seria resultado da sociedade que educa as crianças para viverem na prisão sexual, forçando-as a se formarem a todo custo na heterossexualidade? Seria preconceito? Falta de informação ou respeito? O que seria afinal?
      Em pensar que mandei a pergunta aleatoriamente, sem escolher nenhum deles por aparência ou qualquer outro atributo, mas pelo simples fato de serem do sexo masculino, vejo que por este mesmo motivo as respostas foram praticamente iguais. Confesso que não tenho argumentos para explicar este desastroso resultado, mas pelo menos tenho a convicção que não agi errado ao querer saber a opinião deles.
      Portanto, diante desse pequeno texto, o que me resta é deixar o abacaxi, para você leitor, descascar. Digam aí porque eu não tenho a resposta, por mais que tenha pegado no flagra a atitude ignorante de muitos caras... Pode falar, eu sou fóda mesmo, kkkkkk!
(essa postagem está sujeita a reedição ok?)
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The Last Brokeback:

terça-feira, 10 de janeiro de 2012.
      Primeiramente quero agadecer a todos os motoristas que passaram por mim e me negaram carona. Eu estava ambaixo da chuva, já tinha andado mais de dez km e naquele momento me senti muito feliz por ninguém ter me ajudado. Eu amo vocês tah? E vou torcer para que morram num acidente!
      Mas qual o motivo de toda essa loucura mesmo? Já ia me esquecendo... adivinha? O cowboy, mais uma vez o bendito cowboy.
      Não fui correndo até a fazendinha dele porque estava super apaixonado e morrendo de saudades, isso eu quero deixar bem claro. Fui apenas honesto comigo mesmo quando decidi procurar por notícias. Sei lá, precisava ao menos saber se ele ainda estava vivo, como estava sua família, enfim, eu queria sair do marasmo da minha pekena cidade para me aventurar um pouco naquela multidão rural.
     E qual foi o resultado? Como sempre, o Brian se fudeu... Não daquele jeito que eu gosto, com algo bem grande dentro de mim saca? Foi uma fodida diferente - doeu mais e eu fiquei molhado demais também (isso explica a história da chuva, da carona e blá blá blá)
     Acabei confessando para as irmãs dele (que tem o cabelo de bombril) que eu gosto de garotos, que estou namorando um cara, que vou para Nárnia com ele (mentirinha) e que não aguentava mais negar toda essa coisa de ser veado. Mas porque?
    Não porque elas são pessoas importantes demais para mim a ponto de me sentir pressionado e acovardado diante de um segredo mas... Porque o irmão delas parou de trepar comigo. Eu só queria me sentir corajoso e assumido, mesmo sabendo que isso não iria mudar nada, se é que me entendem.
    Alá pode rasgar minha pele e me cozinhar no mármore do inferno, sei que isso foi um puta defeito da minha parte, mas eu não suportei saber que o cowboy conseguiu deixar de lado tudo o que sentia por mim para simplesmente "namorar uma mulher". Qual é pow???
     Eu deveria me sentir como a princesinha magoada que perdeu o seu prícipe encantado? Claro que não, mas juro que tentei... No momento tudo o que me veio em mente foi fazer uma cópia do livro que escrevi sobre ele e mandar de presente para a tal mulherzinha...
     Mas para que? Dar uma de malvado e destruir a relação dos dois por culpa de um tolo ciúmes? (ou revolta, foda-se) Logo eu que jurei amar aquele menino e respeitar suas decisões acima de qualquer hipótese?
     Quase perdi as estribeiras enquanto estava naquela fazenda, mas a razão falou mais alto. Com custo consegui me controlar e não dizer a todo mundo que o cowboy, a tempos atrás, era meu namorado.
Fazer isso me igualaria a uma bixinha qualquer que desce do salto e faz um barraco por não aceitar que o bofe tenha a trocado por outra. Eu sou homem porra, e para quê isso?
    A viagem teve um impacto forte, no fim das contas acabei esculachando geral. Um vibrador na consciência, pra variar... Marquei uma consulta com o psiquiátra da cidade vizinha e fui embora a pé. Só não foi trágico porque consegui cair na real.
    Durante o sofrido percurso, rejeitado por motoristas idiotas, consegui pensar melhor no assunto. Concluí que se o cowboy deixou seus 15 minutos de gay para fazer com uma mulher o que aprendeu usando meu corpo, tudo bem. A vida é dele e ele que se fôda pra lá. Porque não deixá-lo em paz, porque não me deixar em paz? Porque me torturar? Dane-se afinal.
   Eu ainda estou aqui, mais forte do que antes, pronto para outra e se eu não tiver mais que ver este cowboy de novo, paciência né?... O fato é que preciso me arriscar demais, sentir a situação de frente, me esborrachar no chão para assim aprender alguma coisa.
   E hoje eu aprendi... Ninguém precisa saber o que alguém, por motivos de aceitação, precisa esconder. Nem bater de frente com a sexualidade de um cara, julgando-a e inventando hipóteses agoístas em cima disso. Se ele desitiu de mim, deve ter tido seus motivos. Se fez o que quis ou se fez o que deveria, isso não se refere mais a mim. Que cada um pague pelos seus atos... A vida ensina, o mundo dá voltas, porque ficar parado, tentando se equilibrar sobre algo que já desmoronou? Acorda né Brian....
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